Sobre

Ton Martins


Wellington Martins Junior, conhecido popularmente como Ton Martins, atua como advogado, escritor, ativista, empresário, livre pensador, entrevistador, autodidata nas áreas da psicologia e da transcendência humana. Empreendedor nato, conquistou precoce êxito em diversas áreas do empreendedorismo.

Autor das obras Conexões e Consciência Turquesa, essa última disponibilizada gratuitamente pela via eletrônica. Após sua dedicação às pesquisas jurídicas, psicológicas e transcendentes, interessou-se pelo estudo comparativo das quatro principais vertentes políticas, a saber: 1. Libertarianismo (livre mercado puro). 2. Liberalismo clássico (livre mercado regulado). 3. Estadismo (internacional ou nacional socialismo, fascismo, comunismo). 4. Conservadorismo (valores morais como base social).

Posiciona-se no polêmico campo da transcendência, como um não-materialista, legitimando dimensões transcendentes e inclusivas. No campo político, combate tenazmente os regimes tirânicos e as ideologias centralizadoras, posicionando-se no campo econômico como simpatizante do Estado mínimo e do livre mercado. Na jurisdição moral, opta por valores que enalteçam a vida, a justiça, o mérito, a honra, a família e a dignidade humana.

Entre o bom, o belo, o verdadeiro e o justo, sustenta a desnecessidade de uma escolha excludente e admite a possibilidade de adotarmos conjuntamente todos esses princípios e metas, como forma de otimizarmos nossa própria evolução e de nossos pares.

Ativismo Transcendente

Pesquisador das diversas vertentes que se interessam pelos desafiadores temas transcendentes ao paradigma materialista, precocemente iniciou seus estudos sobre o tema. Estruturou ações no campo da divulgação, concedeu palestras públicas e entrevistou personalidades em programas televisivos. Sua primeira obra compara duas grandes cosmovisões: Filosofia Integral e Conscienciologia. O segundo livro foca numa terceira perspectiva transcendente: a Espiral Evolutiva de Clare W. Graves, interpretando-a e adaptando-a de forma absolutamente independente e personalíssima. Atualmente busca acrescentar a compreensão mais aprofundada da visão espírita e racionalista cristã em sua bagagem.

Após os 50 anos de idade, buscou o estudo filosóficos e dos valores cristãos que sedimentaram o mundo ocidental e ingressou na formação filosófica pela UCB – Universidade Católica de Brasília, onde trava um debate filosófico contra a postura de professores e direção da universidade, por considerar o material didático profundamente tendencioso e excludente das filosofias libertárias, liberais clássicas e conservadoras.

Sua primeira obra dedica-se ao estudo comparado de paradigmas transcendentes. O segundo livro, Consciência Turquesa, apresenta uma visão ampla sobre múltiplas perspectivas, da política à transcendência, do subjetivo ao objetivo, do ilusório ao real, da fragmentação à inclusão. Finalmente, sua terceira obra aponta para o universo dos criptoativos como a profilaxia da tirania.

Ativismo Político

Apoiou jovens lideranças políticas a partir de 2014 e recusou inúmeros convites para a disputa eletiva. Em 2015, intensificou seu ativismo político através de movimentos organizados, gravando vídeos independentes.

Estruturou movimentos voltados ao Estado minimalista e admirador das teorias políticas libertárias (particularmente, o Libertarianismo), mas também percebeu a necessidade de uma fundamentação política que representasse os valores morais do povo brasileiro. Notou que o atual sistema constitucional brasileiro não atendia às demandas em torno da descentralização e da moralidade. Assim, decidiu outorgar seu apoio aos veículos que priorizassem nossos valores transcendentes, além de trabalhar em novo texto constitucional.

Posiciona-se favoravelmente à profilaxia da tirania governamental, como a descentralização de poder político e econômico entre as unidades federativas (União, estados-membros e municípios). Apoia a autoridade das famílias na educação moral de seus filhos e o homeschooling facultativo.

Em relação ao controle da mídia e censura de redes sociais e aplicativos proposto por partidos de viés totalitário, posiciona-se contrário. Defende a liberdade de expressão e a respeitosa plenitude da consciência.

No campo educacional, defende uma escola livre de doutrinações partidárias e lavagens cerebrais ideológicas. Fomenta o claro e transparente ensino das quatro principais ideologias políticas com igualitária dedicação entre seus principais autores e perspectivas. Lamentavelmente, o Brasil distancia-se dessa postura.

Embora amante da liberdade, posiciona-se contrário à legalização das drogas como profilaxia do caos social e existencial. Na delicada questão das armas, sonha com um mundo pacífico e tolerante, onde armas não sejam necessárias, pois nada mais contrário à evolução espiritual e aos valores transcendentes do que eliminar uma vida.

Todavia, coube-lhe a reflexão para escaparmos da ingenuidade que leva toda uma nação à escravidão tirânica. A retórica do tirano exemplificada ao redor do mundo assenta-se no apoio ao desarmamento da população e posterior domínio pelas armas estatais. Esta é a forma utilizada como instrumento de domínio e despotismo. Assim, mesmo com horror a qualquer tipo de violência, admite que o atual e rudimentar nível espiritual da humanidade exija que o cidadão tenha meios de resistência para uma legítima defesa contra eventual tirania governamental.

Na outra polêmica da legalização do aborto, posiciona-se em defesa da vida. A questão pode ser vista por inúmeros prismas, entre eles, Ton Martins foca na questão espiritual e jurídica. Espiritualmente, observa o aborto como um problema existencial e não como solução. Juridicamente, posiciona a questão entre dois direitos legítimos: o da vida e o do comando do seu próprio corpo. A solução jurídica para o conflito jurídico entre dois direitos de tamanha magnitude passa pela graduação da importância destes direitos. Nesta graduação, Ton Martins acredita que o direito à vida seja prioritário.

Por fim, na questão da filantropia, fomenta com seu exemplo um altruísmo oriundo de ações personalíssimas. Posiciona-se contrário à retórica socialista da generosidade com capital alheio, pois o verdadeiro humanista aplica seus próprios recursos temporais, morais e materiais para o semelhante, despido da inveja e da preocupação com a fortuna alheia.